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Quais são os tratamentos para coluna?

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Dores nas costas, dor lombar, dor ciática, torcicolo, travei a coluna e agora? Essas expressões estão mais comuns a cada dia e quase todas as pessoas já ouviram falar, ou até mesmo já repetiram algumas dessas frases e sempre surge a mesma dúvida: o que fazer, qual o melhor tratamento para o meu problema?

Independente do problema ou patologia que você apresente, existem três tipos de tratamentos que você, juntamente do seu médico ou fisioterapeuta, deverão escolher: o tratamento medicamentoso, o tratamento conservador e o tratamento citúrgico.

Tratamento Medicamentoso: indicados exclusivamente por médicos, os remédios utilizados no tratamento das disfunções da coluna tem por objetivo o controle e diminuição da dor, são os analgésicos; porém, pode-se diminuir a dor através de antiinflamatórios e relaxantes musculares, ou a combinação destes e até mesmo anti depressivos. É importante ressaltar que somente o médico deve fazer a prescrição de tais medicamentos, sua dosagem e período de uso.

Tratamento Fisioterápico: frequentemente recomendado antes de se tentar as intervensões cirúrgicas, neste tipo de tratamento são utilizadas técnicas como terapias manuais para restabelecimento da função e correção da postura, eletrotermofototerapia para redução de dor, correção das disfunções da pisada e compensações através de palmilhas, hidroterapia, acupuntura e após a fase dolorosa, pilates e RPG (Reeducação Postural Global). São realizadas também orientações para mudança de hábitos posturais para prevenção de problemas futuros.

Tratamento Cirúrgico: geralmente recomendado quando o tratamento medicamentoso ou o tratamento fisioterápico já não são eficazes. Como toda cirurgia, deve ser indicado pelo médico e muito bem avaliado com o paciente, pois possui algumas restrições e os riscos podem ser desfavoráveis. Existem vários tipos de cirurgias, que variam de acordo com a patologia, como por exemplo a artrodese, a discectomia etc, podem ser por instrumentos ou minimamente invasivas.

O objetivo do tratamento, seja ele qual for, deve ser sempre a eliminação da dor e o restabelecimento de suas funções, com qualidade de vida e retorno às atividades.

O que pode ser dor nas costas ao ficar muito sentado?

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Sentir dor nas costas é um problema que atinge uma parcela muito grande da população.
A posição sentada é a mais freqüente entre a maioria das pessoas nas atividades profissionais, domésticas e no lazer.
Pessoas que passam longos períodos sentadas sofrem mais de dor nas costas do que pessoas que se movimentam mais.

Segundo um estudo publicado no American College of Cardiology, ficar na mesma posição por mais de cinco horas pode aumentar a probabilidade de infarto e acidente vascular cerebral (AVC), mesmo em quem pratica atividade física regularmente. O artigo ainda revela que os riscos são maiores para as mulheres.

Por isso, a cada duas horas é importante se movimentar.

Mas o que pode ser a sua dor nas costas?

  • Hernia de disco – O disco vertebral é uma estrutura que serve para evitar o contato direto entre uma vértebra e outra, e amortecer o impacto gerado pelos saltos, por exemplo. Assim, uma lesão discal prejudica a função do próprio disco vertebral e ainda pressionam outras estruturas importantes da coluna, como a raiz nervosa ou a medula espinhal – por isso a dor.
  • Degeneração do disco – Condição em que os discos entre as vértebras perdem o amortecimento, se fragmentam e geram problemas relacionados ao envelhecimento.
    Em alguns casos, a coluna perde a flexibilidade e os esporões ósseos podem comprimir uma raiz nervosa, causando dor ou fraqueza.
  • Doenças degenerativas da coluna – Com o avanço da idade são observados a desidratação e o ressecamento do disco intervertebral. À medida que a degeneração progride, o disco intervertebral diminui em altura, as fibras anelares projetam-se e as bordas das extremidades cartilaginosas fraturam-se. A principal conseqüência do processo degenerativo discal é a incapacidade para a absorção de impactos, desencadeando instabilidade da coluna lombar.
  • Ciatalgia – Dor que irradia ao longo do nervo ciático, que desce por uma ou ambas as pernas a partir da lombar.
    A causa costuma ser quando uma hérnia de disco ou um esporão na coluna pressionam o nervo.
    A dor tem origem na coluna e se irradia para a parte traseira da perna. A ciática geralmente afeta apenas um lado do corpo.
  • Contratura – ocorre quando o músculo contrai de maneira incorreta e não volta ao seu estado normal de relaxamento. A zona afetada pode estar volumosa, dolorida e/ou impedindo a correta mobilidade. Podem ocorrer depois de praticar um exercício muito forte, uma noite mal dormida ou por tensão no corpo causada pelo excesso de estresse e de preocupações.
  • Bico de papagaio – Devido ao envelhecimento e as más posturas ao longo dos anos acontecem desgastes no disco intervertebral que fazem as vértebras se aproximarem muito, levando a formação de novas estruturas ósseas que se formam nas bordas das vértebras. Estas novas estruturas são cientificamente chamadas osteófitos e são uma forma do corpo tentar se defender. Este problema é mais comum partir dos 45 anos devido ao desgaste dos discos da coluna vertebral que ocorre com o envelhecimento. Além disso, é mais frequente quando se tem excesso de peso, não se pratica atividade física nem nunca praticou e já se sofreu traumas na coluna ou se tem uma doença reumática.
  • Hiperlordose – A hiperlordose lombar é caracterizada como uma acentuação da curvatura lombar, deixando a pessoa com o bumbum empinado. Pode ser hereditária ou causada por doenças como artrite, distrofia muscular e nanismo.
  • Escoliose – A coluna vertebral vista por trás deve ser reta, alinhada. O encurvamento da coluna vertebral é característico da escoliose. A coluna chega a se torcer para os lados, para frente e para trás e em volta do seu próprio eixo. Dependendo do grau de torção, a escoliose pode ser classificada com menor ou maior gravidade.
  • Retificação da lombar – A coluna tem curvaturas desenvolvidas na infância que servem para absorver melhor o impacto e a força da gravidade quando estamos em pé. Quando sentamos relaxados sem o cuidado de manter a coluna ereta, nós não só retificamos, como invertemos a curvatura da coluna lombar, aumentando a carga imposta nos discos intervertebrais.

Coluna Vertebral – Hipercifose: O que é e como tratar?

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A cifose, vulgarmente chamada de corcundez (a pessoa afetada sendo popularmente chamada de “corcunda”), é definida como um aumento anormal da convexividade anterior da coluna vertebral, sendo as causas mais importantes dessa deformidade, a má postura e o condicionamento físico insuficiente.

A coluna saudável

A Coluna Vertebral é formada por quatro curvas fisiológicas: lordose cervical, cifose torácica e lordose lombar e cifose sacral.

Hipercifose

A hipercifose é a curvatura aumentada da região torácica. Seus tipos podem ser flexível (muscular) ou rígida (estrutural).

Veja algumas dicas para combater a hipercifose:

Nado de Costas
Embora a natação seja válida como atividade aeróbica, é a modalidade do nado de costas que irá trabalhar os músculos de maneira altamente eficiente. Com a movimentação dos braços para empurrar o corpo para frente, a pessoa alonga toda a cadeia de músculos anteriores, ou seja, os peitorais, e fortalece os músculos das costas. Isso contribui para uma postura melhor.

Remo
Assim como o nado de costas, a força realizada para puxar a água fortalece os músculos peitorais e coloca os ombros no lugar. O remo também é muito indicado por estimular a resistência física, melhorar a flexibilidade e oferecer baixo risco de lesões.

Flexões
Esse exercício, ao contrário do que muitos pensam, não trabalha apenas os braços. Segundo Marco Franzoi, ao elevar o corpo apoiado nos braços, a musculatura superior também é trabalhada. Isso é importante para portadores da cifose dorsal aumentada, já que a correção da postura depende de um bom trabalho da musculatura anterior.

RPG – Reeducação Postural
A Reeducação Postural Global (RPG) é uma das técnicas mais indicadas para quem tem hipercifose, já que ela, como o próprio nome indica, realiza um trabalho progressivo de reeducação da postura.

O acompanhamento de um profissional da área é fundamental, que poderá indicar exercícios a serem feitos, inclusive, em casa.

Pilates
Esse método também funcionará como uma reestruturação postural, assim como o RPG. No entanto, o diferencial do pilates é o ganho da consciência corporal – fundamental para o processo de alinhamento da coluna.
Existem muitos exercícios voltados à melhoria da hipercifose, como um que utiliza um bastão. Em todos eles, o objetivo é alongar a musculatura do peito e fortalecer a das costas.

O diferencial do pilates é o desenvolvimento da consciência corporal. Ela é conseguida por meio dos exercícios, sempre realizados com calma, de modo que o aluno perceba bem o movimento realizado. É essa consciência que ajudará quem sofre de hipercifose a alinhar sua coluna.

Espreguiçar-se
O ato de se espreguiçar já é relaxante e prazeroso. Quem sofre de hipercifose pode abusar ainda mais desse movimento. Como, em geral, quem tem a cifose dorsal aumentada tem os músculos das costas mais retraídos, espreguiçar-se ajuda a alongá-los.

Erros na hora de correr podem causar lombalgia

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O número de pessoas que pratica corridas de rua no Brasil vêm aumentando ano a ano. Até o início desta década, eram menos de 100 provas anuais. Atualmente, são mais de 600 corridas todos os anos. Estima-se que existam no país mais de quatro milhões de corredores, sendo que pelo menos 300 mil disputam corridas de rua.

A corrida é um esporte que não exige habilidade específica, como outras modalidades, por isso qualquer um, teoricamente, pode iniciar treinos de corrida, ou até mesmo participar de uma prova.

Entretanto, é preciso ter boas condições de saúde e um preparo físico necessário para iniciar a corrida, como também qualquer tipo de atividade física.

É preciso ter boas condições de saúde e um preparo físico necessário para iniciar a corrida.

A lombalgia (dor coluna lombar) é uma das principais queixas entre os corredores. A corrida é uma atividade física que depende da ação da musculatura do tronco para mantê-lo dentro de uma postura correta durante um longo período de tempo. A coluna lombar funciona como ponte de que transmite forças entre os membros inferiores e o tronco, fazendo movimentos básicos de flexão, extensão e rotação.

Por isso a dor ocorre por um problema mecânico. Os músculos não estão suficientemente alongados para permitir uma amplitude total de movimentos do tronco e quadril, e, dessa forma, sofrem mínimas lesões por estiramento durante posturas inadequadas ou movimentos bruscos, resultando em uma resposta de espasmo muscular.

Vários fatores contribuem para o surgimento da lombalgia mecânica em corredores, como o desequilíbrio das forças entre os grupos musculares flexores e extensores do tronco; cargas repetidas ou excessivas na coluna lombar; vícios de postura durante a corrida; menor flexibilidade nos grupos musculares do tronco e membros inferiores; intervalos curtos de descanso entre treinos; fadiga muscular; aumento do treinamento; além de treino em pisos rígidos e tênis inadequado.

Prevenção

A prevenção das lombalgias se dá através de exercícios de alongamento que devem ser feitos de forma contínua e progressiva, sem sobressaltos, até o limite da dor, quando o atleta deve permanecer na posição alongada durante 20 a 30 segundos, preferencialmente sentado e trabalhando tanto os músculos dos membros superiores quanto inferiores.

Os exercícios de fortalecimento devem envolver a musculatura paravertebral, pélvica como também toda musculatura abdominal (musculatura do CORE). Estes exercícios, são importantíssimos para a proteção da coluna, além disso, o excesso de peso na região abdominal é outra causa na ocorrência das lombalgias, pois muda o centro de gravidade do corpo, exercendo sobrecarga constante sobre a lombar e facilitando o surgimento de lesões, principalmente nas atividades de impacto como a corrida. Se suas dores forem persistentes, deverá procurar seu médico.

Fonte: http://www.minhavida.com.br/fitness/materias/13085-erros-na-hora-de-correr-podem-causar-lombalgia

Dra. Carla Odoni

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